Caso de agressão sexual a menor indigna sociedade civil angolana
A sociedade angolana está indignada e chocada com a situação de uma menor, de 15 anos, que foi sequestrada, agredida e abusada sexualmente por dois indivíduos que também partilharam os vídeos nas redes sociais. O ministro do Interior, Manuel Homem, afirmou que os acusados foram presentes ao Ministério Públicos e garantiu “segurança de todos os cidadãos” do país.
Nesta segunda-feira, 29 de Dezembro, a sociedade angolana reagiu a um vídeo amplamente divulgada nas redes sociais, onde aparece a menor, identificada como Belma, a ser agredida fisicamente e violada no município de Viana, em Luanda, por Henrique Wangana, de 23 anos, e Fábio Gaspar, de 20 anos.
A menor, de 15 anos, foi raptada e mantida em cárcere privado, por um dia, numa obra no dos bairros de Luanda, quando estava à procura de cuidados médicos.
Ginga Mateus, familiar de Belma, revela que a menor foi sequestrada na via pública quando se dirigia a um centro de saúde e pede às autoridades que façam justiça.
“A minha prima estava ir ao hospital para uma consulta médica quando os dois homens a chamaram e a levaram no carro. Assim que eles a levaram no carro, com os seus comparsas, começaram a bater a menina e a violar… sequestraram a menina, assim. Começaram a violar a menina, bater na menina e agredir, acima de tudo. É muito chocante. Nós, como família dela, ficamos muito chocados. Só queremos a justiça”, exigiu Ginga Mateus.
A sociedade angolana condena o acto e exige uma pena severa para os jovens. Por sua vez, o ministro do Interior, Manuel Homem, revelou que os indivíduos já foram detidos e encaminhados ao Ministério Públicos para os procedimentos jurídicos.
“Faremos e daremos todo o nosso saber, demonstrando o nosso compromisso em continuarmos a trabalhar para garantir a segurança de todos os cidadãos do nosso país. Os indivíduos envolvidos nesta acção que condenamos, sejam eles quem forem, serão devidamente responsabilizados civil e criminalmente”, advertiu o governante.
Ainda na manhã de hoje, terça-feira, os presumíveis suspeitos foram apresentados à imprensa pelo Serviço de Investigação Criminal (SIC) de Angola.




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